quinta-feira, 14 de abril de 2011

O GRANDE ROUBO DO TREM (The Great Train Robbery, EUA, 1903)




Direção: Edwin S. Porter
Roteiro: Edwin S. Porter e Scott Marble (não creditados).
Elenco: John Manus Dougherty Sr., A. C. Abadie, Gilbert M. “Broncho Billy” Anderson, Walter Cameron, Donald Gallaher, Frank Hanaway, Morgan Jones, Marie Murray, Mary Snow e Justus D. Barnes.
Faroeste.  12 minutos, Preto e Branco (Parte colorido a mão), Mudo, Curta.
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Sinopse: Uns bandidos tramam o assalto a um trem. Um primeiro grupo obriga o telegrafista da estação a pedir a parada do comboio em pleno campo; o resto do bando invade a composição mata o guarda do vagão postal e rouba os passageiros. Um deles, que tentava fugir, é morto enquanto os bandidos pegam seus cavalos, que ficaram escondidos num morro, o empregado da estação consegue dar o alarme. Os habitantes da cidadezinha se mobilizam e, após um combate movimentado, dão conta dos criminosos.

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O diretor Edwin Stratton Porter teve a feliz idéia de contar em imagens uma história simples e envolvente, inspirando-se nas representações teatrais que faziam a alegria do público popular americano, ávido de emoções fortes. A crônica do oeste fornecia-lhe vasto material. Ele adaptou-se a técnica, ainda rudimentar, da tela. Sua grande idéia foi encerrar com um primeiro plano do vilão (George Barnes) apontando a arma para os espectadores. Se não foi o primeiro close-up da história do cinema, em todo o caso foi o que tinha um valor narrativo específico. Nascera o suspense e também, uma forma de dramatização própria do cinema. Acabara de nascer também um gênero que seria a marca do cinema americano. O faroeste com sua luta implacável entre os fora da lei e os representantes da lei, dominaria o cinema (principalmente o de entretenimento) e continuaria por toda a história até hoje. Esta luta iniciada entre os bandidos e os mocinhos inaugurada neste filme, debandou-se para outros gêneros, tanto os que já existiam, como os que viriam a existir, e hoje está a todo vapor entre os vilões e o super herói do momento.

No entanto, Porter fez mais do que isso, utilizou com muita inteligência o cenário natural de Nova Jersey, reforçou seu filme com conotações realistas (a festa da cidadezinha interrompida pelo anúncio do drama) e imprimiu um ritmo vigoroso as cenas de ação. Além disso usou os movimentos de câmera (não a deixando estática como era normal naquela época), fez uso de montagem paralela, efeitos de zoom (uma técnica de montagem avançada para a época) e tirou o máximo que pôde das atuações dos atores e, principalmente, conseguiu o máximo de recepção do público. Os espectadores consideravam especialmente emocionantes as cenas em que as armas eram apontadas na sua direcção - havia gritos durante as projeções, seguidos de gargalhadas de alívio.
Edwin S. Porter, foi antigo operador de câmera de Edison (Thomas Alva Edison - o inventor da lâmpada), que além de fotografar o filme, fez também o roteiro junto com Scott Marble duma história de 1896, desta maneira o ex-operador de câmera entrou para a história do cinema. E o seu filme, um dos grandes marcos da maravilhosa história do cinema.
Este filme é, com toda justiça, o filme que deu origem ao gênero faroeste e inaugurou a luta entre os representantes da lei e os fora-da-lei.

PISTOLEIRO RELÂMPAGO, O PISTOLEIRO DO RIO VERMELHO, PISTOLEIRO BOSSA NOVA, PISTOLAS DE SERTÃO, PERSEGUIÇÃO MORTAL, PERSEGUIDO, PERGAMINHO FATÍDICO, PECOS VEM PARA MATAR, PAT GARRETT AND BILLY THE KID, PARCEIROS DA MORTE, PANCHO VILLA, PAIXÃO SELVAGEM, PAIXÃO DOS FORTES, PACTO DE JUSTIÇA



























































quarta-feira, 13 de abril de 2011

PERRY RODAN - MISSÃO STARDUST

FILME DE ÓTIMA QUALIDADE DE IMAGEM E SOM. COLORIDO. LEGENDADO.